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Não desista dos seus sonhos!


Na época em que tiraram esta foto, Michele e Barack Obama não sabiam que ele seria presidente e ela primeira dama da maior potência mundial. Mas eu tenho certeza que eles tinham um sonho, ou sonhos e que por eles lutaram até alcançá-los. Que Deus nos ajude para que ao longo de nossa caminhada nunca venhamos desistir ou negligenciar os nossos sonhos. Afinal, quem sabe para onde eles podem nos levar? 

Beijinhos e  bom fim de semana!

É de lá que eu vim!


No dia 25 de maio de 1963, 32 chefes de Estado africanos se reuniram contra a colonização e subordinação a que todo um continente repetidamente foi submetido durante séculos.

Colonialismo, neocolonialismo, "partilha da África". Os termos mudaram ao longo do tempo, mas os africanos viam suas riquezas naturais e humanas sendo roubadas por povos que se consideravam superiores. Na reunião de 1963, em Adis Abeba, capital da Etiópia, esses líderes criaram a OUA (Organização da Unidade Africana), hoje a União Africana.

Dada a importância daquele momento, o 25 de maio foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 1972, Dia da Libertação da África. Simboliza a luta e combate dos povos do continente africano pela sua independência e emancipação. Representa a memória coletiva dos seus povos e o objetivo comum de unidade e solidariedade na luta para o desenvolvimento econômico do continente.
Bem comecei fazendo a apresentação da data comemorativa, pois muitos nem sabem o motivo dela existir. Mas para mim, dia da África é todo dia quando acordo e me olho no espelho. A imagem refletida diz nitidamente: É de lá que eu vim!

Vale a pena ler: "Caco Barcellos, Maurício de Sousa e Audálio Dantas relembram início no jornalismo"

O "Encontro entre Jornalistas Escritores", promovido pelo Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011, reuniu, na noite de quarta-feira (25/5), Caco Barcellos, Maurício de Sousa e Audálio Dantas. Com muitas histórias no currículo, os profissionais deixaram suas publicações em segundo plano e relembraram matérias marcantes e as dificuldades encaradas no começo da carreira.


"Gosto da rua, vivenciar o que acontece (...) No Abusado, o morro me deu a história".
Assistente de trovador e taxista
Caco Barcellos, da TV Globo, começou sua participação contando a infância pobre que passou em Porto Alegre. Ao comentar que veio de uma família humilde e que seus pais eram semi-analfabetos, o comandante do Profissão Repórter disse que acompanhava as trovas, cânticos com as observações do cotidiano, de seus familiares e que talvez daí tenha surgido sua percepção jornalística. "Era assistente de trovador, ajudava meu avô. Ele fazia os relatos da semana, sempre com bom-humor, mas minha visão era diferente".

Depois da infância na vida de trovador, Caco começou a trabalhar, mas nem imaginava ser jornalista. Seu emprego era de taxista, circulando pela região da capital gaúcha. Em nenhum momento a profissão foi desmerecida, pois era o que tinha que ser feito. "Como minha família era pobre tive que trabalhar com táxi", explicou.

Jornal com hippies


A carreira do autor de Rota 66 e Abusado começou a se encaminhar para a redação quando a direção da faculdade na qual cursava matemática - isso mesmo, Caco Barcellos chegou a cursar matemática - decidiu criar um jornal e precisava de estudantes para produzir o conteúdo. "Fui escolhido para fazer o jornal, até porque só eu tinha me inscrito", lembrou, aos risos.

Porém, Caco percebeu que não teria como tocar o jornal sozinho e começou a divulgar que precisava de assistentes para o auxiliar no trabalho à frente do veículo. Os anúncios não trouxeram muitos candidatos para a equipe, a não ser um grupo de hippies que demonstrou interesse. "Conversamos, eles estavam a fim e no outro dia já estava morando na casa deles e eles me ajudando a fazer o jornal".

Obama: o assassino de personagens


Com o jornal da faculdade, Caco nunca mais deixou a carreira de jornalista de lado, chegando a ser correspondente internacional da Rede Globo em Londres, no Reino Unido. Entretanto, os prêmios recebidos e o reconhecimento do público não tiram a decepção atual do repórter, que é saber que nunca mais terá a oportunidade de entrevistar Osama Bin Laden.

A morte do terrorista, e consequentemente do personagem para uma conversa com Caco, foi lamentada e o presidente dos Estados Unidos não foi esquecido. "O Obama é um assassino de personagem. Queria fazer algum livro sobre a vida do Osama", lamentou.

"Tenho guardado em casa o esboço do personagem repórter policial, mas nunca irei publicar".

Desenho negado


Com o desejo de trabalhar com desenhos desde a adolescência, o criador da Turma da Mônica, Maurício de Sousa, contou que quase desistiu de seu sonho depois que levou seu primeiro sonoro "não". O episódio aconteceu quando, aos 17 anos, o quadrinista levou alguns de seus desenhos para o diretor de arte, na época, da Folha de S. Paulo, para avaliar seu trabalho.

"Quando ele disse que desenho não me traria dinheiro e que era para eu desistir levei um choque. Minha mãe, meu pai, todo mundo falava que eu desenhava bem, fiquei muito triste na hora", contou Maurício, sem informar o nome do diretor que boicotou a obra do patrono dos gibis da Turma da Mônica.

Repórter policial


Apesar de abalado por não ter seus desenhos aprovados, Maurício voltou naquela noite para sua casa empregado. Ao sair da conversa com o diretor de arte da Folha, ele mostrou o que tinha produzido para alguns dos repórteres do diário paulista e recebeu uma dica: entrar para a equipe do jornal, ocupando a vaga de copy-desk para depois cravar seu espaço nas ilustrações.

Maurício aceitou o desafio, mas não por muito tempo. Ficou apenas 15 dias na função e passou a ter outro cargo no jornal, repórter policial. Com a novidade, ele criou 'personagem' e comprou capa e chapéu para encarar o dia a dia das delegacias da cidade. "Cheguei na redação fantasiado", brincou.

Quadrinhos, textos, gibis e livros


Sempre acompanhado de sua capa e chapéu, Maurício permanceu durante cinco anos como repórter policial da Folha de S. Paulo, quando, no mesmo jornal, pôde fazer o que sempre quis, trabalhar com desenhos. Com suas criações aprovadas pela chefia de redação do veículo, ele recordou a primeira vez que teve uma ilustração publicada. "Foi a primeira histórinha do Bidu".

Depois de mais de 40 anos da sua primeira tira publicada em um jornal, Maurício não guarda mágoas da pessoa que lhe deu o "não" e explicou que a passagem pela redação da Folha o ajudou na construção de textos para as histórias em quadrinhos. "Eu seria apenas um desenhista e não um escritor. A passagem pelo jornal serviu para aprender a escrever em poucas palavras, no tamanho que coubesse nos balões", declarou Maurício de Sousa, primeiro quadrinista a entrar para a Academia Paulista de Letras ao ser 'empossado', na semana passada.

"Para ser um bom jornalista e bom escritor tem que, primeiramente, ser um bom leitor".

A escritora da favela


Uma reportagem a respeito das anotações feitas por Catarina Maria de Jesus, uma catadora de lixo que morava em uma favela próxima ao estádio do Canindé, em São Paulo, foi uma das matérias inesquecíveis feitas por Audálio. Na época da materia, ele trabalhava na Folha de S. Paulo e se surpreendeu com os textos. "Era uma semi-analfabeta, mas com uma capacidade imensa de observação".

"Foi a melhor reportagem que já fiz", contou Audálio, que lembrou que a matéria na qual entrevistou Carolina não estava programada em sua pauta, que tinha uma definição agendada: expor a situação de uma pequena favela que tinha surgido próxima ao centro da capital paulista, comunidade na qual morava a fonte do texto produzido.

A reportagem...o livro


Além de ser publicada no jornal, a reportagem que Audálio considera a melhor de sua vida serviu como o foco principal para a produção de Quarto de Despejo, livro escrito por Carolina, organizado por Audálio e traduzido em diversos idiomas. A obra, publicada em 1960, foi comercializada em cerca de trinta países e por quase 20 anos figurou entre as 100 publicações mais vendidas nos Estados Unidos.

Autor: Anderson Scardoelli
Via Comunique-se

John Wesley - O homem do coração aquecido



Esses dias navegando, encontrei, na página da Igreja Metodista de Vila Isabel, 52 sermões atribuídos a John Wesley - o homem que teve sua história de vida mudada após sentir o coração arder em chamas, ao ser impactado pela palavra de Deus. Como estou correndo muitoooo hoje (rs), vou logo colocar o link para vocês. Vale a pena dar uma olhadinha, sobretudo no Sermão 1, A Salvação pela Fé.  

Pessoas que se sentem amadas dão menos valor às coisas materiais

amor maior dinheiro Pessoas que se sentem amadas dão menos valor às coisas materiais

Pessoas que se sentem mais seguras em receber amor e aceitação por parte dos outros atribuem menos valor monetário aos seus bens.

A conclusão é de um estudo realizado por cientistas das universidades de New Hampshire e Yale, nos EUA, liderados pelo Dr. Edward Lemay.

Os pesquisadores descobriram que as pessoas com sentimentos de segurança interpessoal mais intensos – uma sensação de ser amado e aceito pelos outros – acreditam que seus bens têm menos valor do que as pessoas que não compartilham desses sentimentos.

Sensação de proteção e segurança
Nos experimentos, os pesquisadores mediram o quanto as pessoas valorizavam itens comuns, como um cobertor ou uma caneta.

Em alguns casos, as pessoas que não se sentiam seguras deram um valor a um item cinco vezes maior do que o valor atribuído ao mesmo item por pessoas mais seguras.
“As pessoas valorizam suas posses, em parte, porque esses bens lhes dão uma sensação de proteção, segurança e conforto,” explica Lemay.

“Mas o que descobrimos foi que, se as pessoas já têm um sentimento de serem amadas e aceitas pelos outros, o que também fornece uma sensação de proteção, segurança e conforto, esses pertences perdem valor.”

Sovinice e brigas por herança
Os pesquisadores acreditam que os resultados do estudo podem ser usados para ajudar pessoas com distúrbios de acumulação de bens materiais.

“Essas descobertas parecem ser particularmente relevantes para compreender porque as pessoas guardam bens que não são mais úteis.

“Elas também podem ser relevantes para entender por que membros da família muitas vezes brigam por bens que sentem que são deles por direito, mesmo que já estejam usufruindo deles.

Via Pava Blog. Publicado originalmente no Diário da Saúde

O fantasma da radiação também assusta por aqui

Longe de falar das nossas atuais usinas nucleares, isto a mídia já tem feito bem. Gostaria de relembrar algo. Já que no último post ficamos muito em âmbito internacional, lembraram-me da má experiêcnia brasileira com a rdioatividade documentada no filme Césio 137 - O pesadelo de Goiânia. De acordo com o Wikipedia  - um filme escrito e dirigido por Roberto Pires. O Roteiro foi baseado em depoimentos das próprias vítimas do acidente ocorrido em Goiânia em setembro de 1987 com uma cápsula de césio 137 encontrada por dois catadores de sucata em um centro médico desativado.que conta "a história de Vavá e seu amigo (narradores), que juntos descobrem uma peça de chumbo nas ruínas de um antigo hospital. A peça encontrada trata-se de um material radioativo (o Césio 137).

Veja abaixo a sinopse

O Filme passa-se em Goiânia. Conta a história de Vavá. Conta a história de Vavá e seu amigo (narradores), que juntos descobrem uma peça de chumbo nas ruínas de um antigo hospital. A peça encontrada trata-se de um material radioativo (o Césio 137). Ela é vendida a Devair, o dono de um ferro velho, um amigo de Vavá. Devair e seus ajudantes quebram a peça e liberam a capsula de Césio 137. Devair, que estava maravilhado pela cor azul e brilhante que o Césio 137 emitia, resolveu mostra-lo para seus amigos, para seu irmão Ivo. Ivo mostra o pó para sua filha, Leide, que maravilhada disse ao pai sem saber o risco que aquele pó os trazia: “Papai, você é o melhor mágico do mundo!”. A menina misturou o pó de Césio nas suas mãos, poucas horas depois foi jantar, e contaminou toda a comida e o pão.

Já contaminada, Leide, então considerada a maior fonte de radiação do mundo naquela época, ingeriu pó de césio. A garota tinha apenas 6 anos de idade. Leide já havia se contaminado com radiação interna e externa. Pouco tempo depois, a menina começa a passar muito mal. Devair, seus ajudantes também passam mal, assim como os catadores de sucata, além de Maria Gabriela (esposa de Devair), a esposa de Ivo, e todas as outras pessoas, como o seu vizinho que jogou o pó na descarga de seu vaso sanitário, já que para ele aquele pó não éra útil (contaminando assim o esgoto, a água, e, consequentemente, mais pessoas).

A esposa de Ivo resolveu levar a peça a um médico, já que ela estava preocupada com o aparecimento dos sintomas de doença depois da chegada da peça. O Médico logo desconfiou que aquilo se tratava de material radioativo. Maria Gabriela contaminou as pessoas em um ônibus lotado em que levava o césio. O médico então comunicou a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), que interditou a Rua 57, retirou todos os materiais radioativos, e as pessoas que sentiam sintomas de radiação, bem como os animais que tiveram que ser sacrificados.

Leide e Maria Gabriela tiveram que ser internadas pela grande radiação que elas tinham. Por fim não resistiram ao sintomas e morreram, em seguida, os catadores de sucata. No enterro foram apedrejados, já que a população desinformada suspeitava que as pessoas ali enterradas (a base de uma grande quantidade de chumbo em cima), emitiriam mesmo mortas radiação pelo solo, ou pelo ar, ou por qualquer parte que fosse, os materiais, roupas, fotos pessoais das famílias, objetos pessoais e mais milhares de coisas foram enterrados em um subterrâneo, dentro de barris, latões e outros depósitos ali encontrados.

Hoje o lixo está em Abadia de Goiânia (GO), permanecerá lá pelo menos mais 180 anos e bem enterrado, com uma quantidade muito grande de chumbo em cima, mas ainda a população tem seus medos. Mais pessoas morreram depois devido a radiação que sofreram, por câncer, ou por alguma mutação genética. Os pertences das pessoas contaminadas precisaram ser tratados com cuidado e seriedade. É preciso ter cuidado com essas fontes de energia nuclear e principalmente com a população como um todo. O acidente em Goiás com o césio 137 não foi o único que ocorreu no Brasil com elementos e fontes radioativas".

Baixe o filme
Césio 137 - O pesadelo de Goiânia aqui

Garotas e Garotos Radioativos: O Fantasma da Radiação

Com a tragédia no Japão, um dos assuntos mais comentados tem sido os riscos da radiação para a saúde. Logo lembrei dos primórdios da descoberta do elemento químico Rádio quando ainda não se mensurava os danos. Web surfando, achei no Mdig magnífico e reflexivo texto abaixo. Boa leitura!

A bizarra história das Garotas do Rádio
Via Mdig

A história é longa já que não sou afeito a sínteses quando vou falar sobre fatos históricos, mas creio que vocês vão gostar de conhecer os detalhes desta história tão impressionante quanto escabrosa que inicia em 1917, quando as "garotas radioativas" pintavam as unhas com líquido luminoso para adequar-se à nova moda, impregnavam seus dentes com pigmento radioativo para beijar seus fascinados namorados.


Garotas do Rádio
As "Garotas do Rádio" em plena ação na fábrica de Orange, Nova Jersey.
Inconscientes de seu pecado as coitadas, perderam dentes, unhas e inclusive a vida, antes de constatar e denunciar à fábrica de relógios onde trabalhavam por usar pinturas venenosas. Também conseguiram a instauração, pela primeira vez, do direito de um trabalhador a demandar por condições trabalhistas abusivas. Esta é a sua história.

Em 1898, Marie Curie - a sempiterna cientista do vestido negro- isolava o rádio em estado puro, estabelecendo definitivamente sua condição de elemento na tabela periódica. A manipulação e experimentação da primeira "garota radioativa" da história rendeu-lhe dois prêmios Nobel e uma anemia aplástica que acabou com sua vida. Ainda hoje, suas anotações e cadernos de pesquisa não podem ser manipulados sem proteção devido à radioatividade de seu isótopo mais estável.

As propriedades fosforescente do rádio -ao misturá-lo com o sulfeto de zinco- foram imediatamente aproveitadas pela onipresente indústria militar norte-americana de então para seus aparelhos e instrumentos de navegação noturna, como relógios e velocímetros de veículos militares. Para isso depuraram a extração do rádio de um mineral chamado carnotita e assim produzir a maior patente de pintura luminosa, radioativa e venenosa da história: O Undark.

Na Europa, especialmente na Suíça, existiam tantos pintores de rádio que era muito normal reconhecê-los pela rua. Todos eles brilhavam na escuridão como se um halo mágico os perseguisse.
Publicidade Undark
Publicidade do Undark. Pigmento cancerígeno de uso estendido até os anos 60.
A United States Radium Corporation em Orange, Nova Jersey, foi a empresa encarregada da fabricação e distribuição do perigoso pigmento e de várias de suas técnicas para a pintura dos componentes militares. A mais avançada de todas elas era a aplicação do produto mediante a "tecnologia manual aplicada de primeira geração" isto é, a pincel e mão sem proteção... e se fosse feminina e delicada muito melhor. Enquanto os diretores suspeitavam e protegiam-se com máscaras e luvas de chumbo, as 70 mulheres contratadas na fábrica para as tarefas de manipulação e pintura, faziam-no com uniforme corporativo e como se pintassem um quadro. Ninguém informou o perigo da manipulação do Undark. Tudo pela boa imagem da empresa. Uns 4.000 empregados passaram pela peçonhenta fábrica.

Com delicados pincéis de pelo de camelo aplicavam o produto nas agulhas e nos marcadores dos diais de relógios e contadores; as vezes lambendo uma e outra -por indicação trabalhista- para afiar a precisão dos pequenos pincéis. Como um jogo divertido de paquera e veleidade, utilizavam também a pintura luminosa para pintar as unhas, dentes e polvilhar o cabelo nas escassas aventuras trabalhistas que tinham com a ingenuidade de sua perigosíssima ignorância. Cobravam um centavo e meio de dólar por cada dial pintado, mas levavam para casa uma curiosa e única maneira de enfeitar-se com material radioativo e luminescente.
Queixo de rádio
Provas do julgamento. Posto de trabalho e estragos do rádio no queixo das garotas.
Pouco a pouco as mulheres foram adoecendo: anemia, neoplasia, necrose e o que mais tarde foi batizado como "Queixo de Rádio". Em 1925 um dentista de Nova York atribuiu as patologias encontradas em 80% das mulheres da fábrica à toxicidade do fósforo. Enquanto vários relatórios, pagos pelos proprietários da empresa, intoxicaram à opinião pública achacando os sintomas a doenças de transmissão sexual como a sífilis; em uma tentativa de manchar a reputação das trabalhadoras.

Até que uma delas decidiu processar a empresa e conseguiu mobilizar à opinião pública no que passou a ser considerada a primeira demanda por danos ocasionados em condições trabalhistas abusivas; criando jurisprudência e os precedentes legais para redigir as primeiras leis modernos de segurança e saúde no trabalho.


Curta de animação "Glow" que conta a história das Garotas do Rádio.
Grace Fryer demorou dois anos e 9 dentes para encontrar o advogado Raymond Berry; único letrado que aceitou preparar o processo contra a United States Radium Corporation. Com o apoio de mais cinco garotas da fábrica e a cumplicidade de alguns meios muito sensibilizados pela história, levaram o litígio aos tribunais em 1928. Tiveram que enfrentar vários obstáculos pagos com o dinheiro do rádio e médicos cupinchas da empresa. Felizmente as sequelas das garotas tornavam evidente o inquestionável.

A empresa foi condenada finalmente a pagar 100.000 dólares -dos 250.000 pedidos pelo ministério fiscal- e uma pensão mensal e vitalícia à cada uma das "garotas radioativas"; ainda que muitas delas nunca receberam uma só mensalidade. Alguns meses depois a fábrica fechou por causa das dificuldades no modelo de negócio de um produto perigoso e as críticas públicas a um gerenciamento delitivo e humilhante para com seus trabalhadores. Ninguém queria trabalhar para a United States Radium Corporation.

A última "garota radioativa" morreu de câncer em 1930. Mas não foi em vão, elas despertaram o movimento sindical pela defesa dos direitos civis do trabalhador, ratificado em 1948. E modificaram, ademais, todos os procedimentos para a manipulação dos pigmentos e substâncias radioativas.

Ainda hoje é possível medir a radiação emitida por muitas das sepulturas das "Garotas do Rádio".

Curiosidade: Se você tem um relógio fabricado antes de 1968 cujos ponteiros podem ser vistos no escuro, é certo que utiliza compostos radioativos como o Undark.

Dia da Poesia: Homenagem ao "poeta dos escravos"

Twitter é bom por vários motivos. Um deles é nos lembrar datas comemorativas e nos fazer pesquisar a origem delas. Hoje, olhando nos TTBr, para minha alegria, descobri que era Dia da Poesia. 

A explicação segue abaixo no texto publicado no Brasil Escola

A poesia é a arte da linguagem humana, do gênero lírico, que expressa sentimento através do ritmo e da palavra cantada. Seus fins estéticos transformaram a forma usual da fala em recursos formais, através das rimas cadenciadas.

As poesias fazem adoração a alguém ou a algo, mas pode ser contextualizada dentro do gênero satírico também.

Existem três tipos de poesias: as existenciais, que retratam as experiências de vida, a morte, as angústias, a velhice e a solidão; as líricas, que trazem as emoções do autor; e a social, trazendo como temática principal as questões sociais e políticas.

A poesia ganhou um dia específico, sendo este criado em homenagem ao poeta brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves (1847-1871), no dia de seu nascimento, 14 de março.

Castro Alves ficou conhecido como o “poeta dos escravos”, pois lutou grandemente pela abolição da escravidão. Além disso, era um grande defensor do sistema republicano de governo, onde o povo elege seu presidente através do voto direto e secreto.

Sua indignação quanto ao preconceito racial ficou registrada na poesia “Navio Negreiro”, chegando a fazer um protesto contra a situação em que viviam os negros. Mas seu primeiro poema que retratava a escravidão foi “A Canção do Africano”, publicado em A Primavera.

Cursou direito na faculdade do Recife e teve grande participação na vida política da Faculdade, nas sociedades estudantis, onde desde cedo recebera calorosas saudações.

Castro Alves era um jovem bonito, esbelto, com uma voz marcante e forte. Sua beleza o fez conquistar a admiração dos homens, mas principalmente as paixões das mulheres, que puderam ser registrados em seus versos, considerados mais tarde como os poemas líricos mais lindos do Brasil.



Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Abaixo segue Navio Negreiro, de Castro Alves



 I
'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço
Brinca o luar — dourada borboleta;
E as vagas após ele correm... cansam
Como turba de infantes inquieta. 
'Stamos em pleno mar... Do firmamento
Os astros saltam como espumas de ouro...
O mar em troca acende as ardentias,
— Constelações do líquido tesouro... 
'Stamos em pleno mar... Dois infinitos
Ali se estreitam num abraço insano,
Azuis, dourados, plácidos, sublimes...
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?... 
'Stamos em pleno mar. . . Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas... 
Donde vem? onde vai?  Das naus errantes
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
Neste saara os corcéis o pó levantam,
Galopam, voam, mas não deixam traço. 
Bem feliz quem ali pode nest'hora
Sentir deste painel a majestade!
Embaixo — o mar em cima — o firmamento...
E no mar e no céu — a imensidade! 
Oh! que doce harmonia traz-me a brisa!
Que música suave ao longe soa!
Meu Deus! como é sublime um canto ardente
Pelas vagas sem fim boiando à toa! 
Homens do mar! ó rudes marinheiros,
Tostados pelo sol dos quatro mundos!
Crianças que a procela acalentara
No berço destes pélagos profundos! 
Esperai! esperai! deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia
Orquestra — é o mar, que ruge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia...
.......................................................... 
Por que foges assim, barco ligeiro?
Por que foges do pávido poeta?
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira
Que semelha no mar — doudo cometa! 
Albatroz!  Albatroz! águia do oceano,
Tu que dormes das nuvens entre as gazas,
Sacode as penas, Leviathan do espaço,
Albatroz!  Albatroz! dá-me estas asas.
 
II
    
Que importa do nauta o berço,
Donde é filho, qual seu lar?
Ama a cadência do verso
Que lhe ensina o velho mar!
Cantai! que a morte é divina!
Resvala o brigue à bolina
Como golfinho veloz.
Presa ao mastro da mezena
Saudosa bandeira acena
As vagas que deixa após. 
Do Espanhol as cantilenas
Requebradas de langor,
Lembram as moças morenas,
As andaluzas em flor!
Da Itália o filho indolente
Canta Veneza dormente,
— Terra de amor e traição,
Ou do golfo no regaço
Relembra os versos de Tasso,
Junto às lavas do vulcão! 
O Inglês — marinheiro frio,
Que ao nascer no mar se achou,
(Porque a Inglaterra é um navio,
Que Deus na Mancha ancorou),
Rijo entoa pátrias glórias,
Lembrando, orgulhoso, histórias
De Nelson e de Aboukir.. .
O Francês — predestinado —
Canta os louros do passado
E os loureiros do porvir! 
Os marinheiros Helenos,
Que a vaga jônia criou,
Belos piratas morenos
Do mar que Ulisses cortou,
Homens que Fídias talhara,
Vão cantando em noite clara
Versos que Homero gemeu ...
Nautas de todas as plagas,
Vós sabeis achar nas vagas
As melodias do céu! ...
 
III
  
Desce do espaço imenso, ó águia do oceano!
Desce mais ... inda mais... não pode olhar humano
Como o teu mergulhar no brigue voador!
Mas que vejo eu aí... Que quadro d'amarguras!
É canto funeral! ... Que tétricas figuras! ...
Que cena infame e vil... Meu Deus! Meu Deus! Que horror!
 
IV
   
Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar... 
Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras moças, mas nuas e espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs! 
E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais ...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais... 
Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece,
Outro, que martírios embrutece,
Cantando, geme e ri! 
No entanto o capitão manda a manobra,
E após fitando o céu que se desdobra,
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!..." 
E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .
E da ronda fantástica a serpente
          Faz doudas espirais...
Qual um sonho dantesco as sombras voam!...
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
          E ri-se Satanás!...
 
V
  
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus?!
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão! 
Quem são estes desgraçados
Que não encontram em vós
Mais que o rir calmo da turba
Que excita a fúria do algoz?
Quem são?   Se a estrela se cala,
Se a vaga à pressa resvala
Como um cúmplice fugaz,
Perante a noite confusa...
Dize-o tu, severa Musa,
Musa libérrima, audaz!... 
São os filhos do deserto,
Onde a terra esposa a luz.
Onde vive em campo aberto
A tribo dos homens nus...
São os guerreiros ousados
Que com os tigres mosqueados
Combatem na solidão.
Ontem simples, fortes, bravos.
Hoje míseros escravos,
Sem luz, sem ar, sem razão. . . 
São mulheres desgraçadas,
Como Agar o foi também.
Que sedentas, alquebradas,
De longe... bem longe vêm...
Trazendo com tíbios passos,
Filhos e algemas nos braços,
N'alma — lágrimas e fel...
Como Agar sofrendo tanto,
Que nem o leite de pranto
Têm que dar para Ismael. 
Lá nas areias infindas,
Das palmeiras no país,
Nasceram crianças lindas,
Viveram moças gentis...
Passa um dia a caravana,
Quando a virgem na cabana
Cisma da noite nos véus ...
... Adeus, ó choça do monte,
... Adeus, palmeiras da fonte!...
... Adeus, amores... adeus!... 
Depois, o areal extenso...
Depois, o oceano de pó.
Depois no horizonte imenso
Desertos... desertos só...
E a fome, o cansaço, a sede...
Ai! quanto infeliz que cede,
E cai p'ra não mais s'erguer!...
Vaga um lugar na cadeia,
Mas o chacal sobre a areia
Acha um corpo que roer. 
Ontem a Serra Leoa,
A guerra, a caça ao leão,
O sono dormido à toa
Sob as tendas d'amplidão!
Hoje... o porão negro, fundo,
Infecto, apertado, imundo,
Tendo a peste por jaguar...
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar... 
Ontem plena liberdade,
A vontade por poder...
Hoje... cúm'lo de maldade,
Nem são livres p'ra morrer. .
Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
E assim zombando da morte,
Dança a lúgubre coorte
Ao som do açoute... Irrisão!... 
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus,
Se eu deliro... ou se é verdade
Tanto horror perante os céus?!...
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
Do teu manto este borrão?
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão! ...
 
VI
     
Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio.  Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto! ... 
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!... 
Fatalidade atroz que a mente esmaga!
Extingue nesta hora o brigue imundo
O trilho que Colombo abriu nas vagas,
Como um íris no pélago profundo!
Mas é infâmia demais! ... Da etérea plaga
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
Andrada! arranca esse pendão dos ares!
Colombo! fecha a porta dos teus mares!

“Eu nunca encontrei nada que contrariasse a Bíblia"

Pastor desafia ateus a provarem cientificamente que Deus não existe

Em respostas, Rubens Teixeira, falou sobre a importância do conhecimento da Bíblia e o criacionismo


Rubens Teixeira, pastor da Assembleia de Deus e doutor em economia no Brasil, responde mediante a respostas de ateus pela internet acerca de suas polêmicas perguntas “Você é ateu? Se você é ateu, então você me prove cientificamente que Deus não existe,” em entrevista postada em seu site ontem. Ele falou sobre a importância do conhecimento da Bíblia e o criacionismo.

Pastor desafia ateus a provarem cientificamente que Deus não existe
Um vídeo publicado em resposta ao pastor, mostrou o depoimento de um ateu contra o pastor, argumentando que os ateus não veem motivo para acreditar em um Deus, e por isso não há motivo de provar que Deus não existe.

Rubens já havia afirmado na época que “nenhum deles conseguiram me provar até hoje.” 

O Pastor foi criticado e acusado de usar falácias de “apelo à autoridade” ao dizer de suas formações acadêmicas. Em sua reposta, Rubens faz questão de mostrar sua carreira acadêmica e prêmios que tem recebido por suas pesquisas e estudos em sua área de formação, concordando “que a importância de quem fala é importante para o seu argumento.”

“Quando alguém está doente, ele pede explicação ao médico. Quando alguém tem um problema jurídico ela pergunta ao advogado,” argumentou ele.

Rubens condenou aqueles que criticam a Bíblia sem ter um conhecimento adequado de seu conteúdo.
“Alguém tentar falar sobre a Bíblia sem conhecê-la é uma espécie de loucura. É como você querer ensinar alguém a fazer cirurgia cardíaca se você nunca frequentou uma aula de um curso de medicina. Eu não consigo entender como uma pessoa ousa falar daquilo que ela não conhece,” disse.

Rubens sustentou que “Muitas coisas que a Bíblia dizia, a ciência descobriu depois. Muitas coisas na Bíblia a ciência não comprovou que existe, mas também não provou o contrário.”

Ele exemplificou que na Idade Média, quando se pensava que a Terra era plana, a Bíblia já mostrava o conceito de uma terra esférica no livro de Isaías 22, que diz “Deus se assenta sobre o globo da terra.”

“Na época a ciência entendia que era plana, contraditório com o que dizia a Bíblia. Todavia, depois descobriu-se que a Terra tinha a forma arredondada como tem.”

Rubens ressaltou a importância do respeito quanto ao conhecimento das Escrituras, relembrando a sua estada em outros países, em que ele ouviu pessoas de outras religiões fazendo citações da Bíblia como referência.

“Se essas pessoas que são de lá, e citam a referência bíblica como pode alguém que não tem noção do que está falando criticar a Bíblia. Fica difícil você querer conversar sobre a Bíblia e debater com quem não a conhece.”

Para responder a uma das críticas ateístas apresentadas, dizendo que a teologia não é ciência, ele defende, mencionando que há Universidades criacionistas no Brasil.

“O MEC reconhece que a teologia é uma ciência. Por isso tem esses níveis de graduação,” citando a Pontifícia Universidade Católica e o Mackenzie como exemplos.

Ele questionou a o ensino escolar baseado no evolucionismo, argumentando que, “Não há prova cabal de que o homem veio do macaco. Então eu acho que deveria abrir espaço para um debate do criacionismo.”

“O criacionismo é uma convicção que entende que Deus criou as coisas como elas são. Um animal não virou outro animal é lógico que a evolução aconteceu e acontece, mas não acredito é que um ser deu origem a outro. Eu acredito que Deus criou o homem da forma que ele é.”
“Eu nunca encontrei nada que contrariasse a Bíblia.”

Fonte: Christian Post  via CPAD News

O amor, maior dos sentimentos, é bem diferente do que tem sido difundido...

O amor é outra coisa...

Wagner Lemos


O amor não te faz comprar um avião e voar por ai... O nome disso é Renê Terra Nova. O amor é outra coisa..


O amor não te faz caminhar como um Leão. O nome disso é Ana Paula Valadão. O amor é outra coisa!


O amor não te faz comprar aquilo que você não quer, o nome disso é Silas Malafaia e suas campanhas na TV. O amor é outra coisa..

O amor não te faz gastar o ultimo centavo que vc tem, o nome disso é Fogueira Santa de Israel! O amor é outra coisa!

O amor não te faz dividir, o nome disso é G-12! O amor é outra coisa!

O amor não te faz achar que o fim está próximo. O nome disso é heresia de Neuza Itioca.. O amor é outra coisa!

O amor não libera seus males. O nome disso é Sessão do Descarego. Amor é outra coisa.

O amor não te deixa saltitante. O nome disso é "Bizarrice Gospel". O amor é outra coisa.

O amor não te faz acreditar em falsas promessas. O nome disso é Igreja Universal do Reino de Deus. O amor é outra coisa.

O amor não te faz sair do pais com dinheiro ilegal. O nome disso é casal Hernandes. O amor é outra coisa...

O amor não faz falsas previsões, o nome disso é "previsões de Ap. Valnice Milhomens" . O amor é outra coisa!

O amor não te faz querer o suor da pessoa amada. O nome disso é idolatria ao Valdemiro Santiago. O nome disso é outra coisa...

O amor não te faz melhor com que os outros. O nome disso é Renê Terra nova que se auto nomeou "Paipóstolo". O amor é outra coisa!

O amor não te faz cair de emoção. O nome disso é unção do Falso Profeta Benny Hynn. O amor é outra coisa!

O Amor à Cristo não te torna o dono da verdade... O nome disso é arrogância... O Amor à Cristo é outra coisa...

O amor não te faz colocar um copo d'agua em cima da tv... o nome disso é fala que eu te escuto! O amor é outra coisa!



Via Genizah

Redes sociais enfrentam onda de ceticismo e críticas

A maneira como as pessoas se comunicam freneticamente online usando Twitter, Facebook e mensagens instantâneas pode ser visto como uma forma de loucura moderna, segundo uma importante socióloga norte-americana.

“Um comportamento que se tornou comum e ainda é capaz de expressar os problemas que no passado nos levaram a vê-lo como patológico”, escreveu a professora Sherry Turkle, do MIT, em seu novo livro, Alone Together [Sozinhos Juntos]. Ela lidera um ataque à chamada “era da informação” e seu livro causou furor nos EUA, onde foi entrevistada em talk shows conhecidos. Um dos fatos destacados por ela é pessoas usarem smartphones durante funerais.

A tese de Turkle é simples: a tecnologia está ameaçando dominar as nossas vidas e nos tornar menos humanos. Mesmo proporcionando a ilusão que vamos nos comunicar melhor, a tecnologia acaba nos isolando das interações humanas reais. Ela nos coloca em uma realidade virtual, que  nada mais é que uma imitação medíocre do mundo real.

No entanto, o livro de Turkle não é o único a falar disso. Um movimento de retaliação nos EUA está advogando uma rejeição de alguns dos valores e métodos da comunicação moderna.  “É um grande retrocesso. Os diferentes tipos de comunicação usados pelas pessoas tornaram-se em algo assustador”, disse o professor William Kist, especialista em educação da Universidade Estadual de Kent, em Ohio.

A lista de ataques às mídias sociais é longa e vem de todos os cantos do mundo acadêmico e da cultura popular. Em um recente best-seller norte-americano, The Shallows [Os Superficiais], Nicholas Carr sugeriu que a maneira como usamos a internet está mudando o nosso modo de pensar, a ponto de nos tornar menos capazes de absorver informações mais extensas e complexas, como as de livros e artigos de revistas. O livro baseou-se em um texto que o pesquisador escreveu na revista Atlantic. O artigo, igualmente enfático, tinha como título: “O Google está nos deixando idiotas?”

Outra linha de pensamento na área de ciberceticismo é vista em The Net Delusion [A Ilusão da Rede], de Evgeny Morozov. Ele defende que as mídias sociais produziram uma geração de ativistas passivos, ou “passivistas”. Elas deixaram as pessoas preguiçosas e criaram a ilusão de que clicar o mouse é uma forma de ativismo semelhante a doar dinheiro e tempo no mundo real.

Outros livros sobre o tema são The Dumbest Generation [A Geração Mais Idiota], de Mark Bauerlein, professor da Universidade Emory – onde ele defende que “o futuro intelectual dos EUA é sombrio” e We Have Met The Enemy [Nós Encontramos o Inimigo], de Daniel Akst, que descreve os problemas de autocontrole no mundo moderno, onde a proliferação de ferramentas de comunicação acabam sendo um elemento essencial.

Esse movimento de retaliação tem atravessado o Oceano Atlântico. Em Cyburbia, publicado na Inglaterra no an passado, James Harkin pesquisou o mundo tecnológico moderno e encontrou algumas possibilidades perigosas. Embora Harkin não seja um cibercético puro, ele encontrou muitos motivos para ficar preocupado, mas também satisfeito com essa nova era tecnológica. Por outro lado, o bem-sucedido filme A Rede Social é visto como um ataque velado a essa “geração das mídias sociais”, ao sugerir que o Facebook foi criado por pessoas que não conseguem se encaixar no mundo real.

O livro de Turkle, contudo, é o que tem gerado mais polêmica. É um desafio para deixarmos o smartphone fora do nosso alcance e ignorarmos o Facebook e não acessar o Twitter. “Nós inventamos tecnologias inspiradoras e sofisticadas, mas ao mesmo tempo permitimos que elas nos diminuíssem”, escreveu ela.

Outros críticos apontam para inúmeros incidentes para reforçar sua argumentação.  Recentemente, a cobertura da mídia sobre a morte de Simone Back, moradora da cidade de Brighton,  mostrou que a mensagem de suicídio que ela postou no Facebook, foi vista por muitos de seus 1.048 “amigos” no site. Porém, nenhum deles pediu ajuda ou fez algo a respeito. Ao invés disso ficaram trocaram insultos através do mural do Facebook de Simone.

Porém, a retaliação produziu outra retaliação, e muitos passaram a defender as mídias sociais. Eles afirmam que o e-mail, o Twitter e o Facebook têm gerado mais comunicação, não menos – especialmente entre as pessoas que podem ter dificuldade em se encontrar no mundo real por causa de grandes distâncias ou diferenças sociais.

Defensores dizem que as redes são apenas uma forma diferente de comunicação e que algumas pessoas podem ter problemas para se acostumar. ”Quando você entra em uma ambiente e todo mundo está em silêncio diante do seu laptop, entendo que ela quer dizer sobre não quererem falar com outras pessoa”, disse Kist. ”Mas eles ainda estão se comunicando. Por isso discordo dela. Não acho que é uma questão tão preto no branco.”

Alguns especialistas acreditam que o debate tornou-se tão intenso porque as redes sociais são um campo novo, que ainda precisa desenvolver regras e uma etiqueta que todos possam respeitar. “Vamos ter de enfrentar isso. Não vejo nenhum sinal que as pessoas querem se desconectar”, disse Kist.

Ele também ressaltou que o “mundo real” a que muitos críticos das mídias sociais se referem, nunca existiu de fato. Antes que as pessoas viajassem de ônibus ou de trem com a cabeça enfiada na tela de um iPad ou de um smartphone, elas geralmente viajavam em silêncio. “Não víamos as pessoas conversando espontaneamente com estranhos. Elas simplesmente ficavam isoladas”, finalizou.

Fonte: Pavanews
Retirado do site Creio

Antes era “dança da chuva” agora é dinheiro para não chover: a política do absurdo

É no mínimo muito estranho que um estado laico tenha em sua folha de pagamento uma instituição religiosa, para pasmem: impedir que chova nos grandes eventos e obras realizados no Rio de Janeiro.

Já é sabido, que desde a gestão anterior há um contrato com tal instituição para que não chova em tais épocas. Hoje, ao ler o jornal O Globo, tive noção do absurdo e a falta de seriedade com que o governo trata o povo.

Na matéria publicada no O Globo há uma referência ao que eu chamo de o cúmulo do absurdo: “A tragédia levou o governo do Estado e a prefeitura do Rio a recorrer à médium Adelaide Scritori da Fundação Cacique Cobra Coral (FCCC) que diz controlar o tempo. O convênio foi renovado na quarta-feira às pressas”.

Simplesmente não há investimento, fiscalização para que não ocorra ocupação irregular do solo, monitoramento das chuvas, total descaso, aí quando ocorrem as tragédias, “às pressas” recorrem às entidades para supostamente, como diz o povo, “segurarem a onda”.

Enquanto isso há bairros totalmente isolados na Região Serrana. Há locais onde os corpos ainda estão espalhados nas lajes das casas. A população está receosa, com medo e a solução encontrada pelo governo é simples assim: renovar contratos para que não chova porque se chover... ah, bem, já vimos o que acontece.

Nota: É questionável essa parceria para que não chova no réveillon, mas não impede que as comportas do céu irrompam nos meses seguintes destruindo tudo que há pelo caminho. Estaria ocorrendo uma troca?

Leia abaixo matérias sobre o assunto

RJ e Entidade Espírita Cacique Cobra Coral Fazem Contrato para Impedir a Chuva
Após a catástrofe que atingiu o Rio de Janeiro, surgiu um fato no mínimo curioso. O governo carioca há alguns anos tem contrato com uma entidade espírita com o objetivo de impedir que chuvas torrenciais caíssem sobre o Estado. O GalileO investigou os fatos

Fonte: O Galileo

No que depender das forças do além, a chuva não vai atrapalhar a queima de fogos no réveillon da praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio. A médium Adelaide Scritori, presidente da Fundação Cacique Cobra Coral, promete recorrer aos espíritos para garantir o tempo bom na noite do dia 31.

Fonte: G1/G1gospel

A Marca de Amor

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia. Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ.

A turma concordou e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:
- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:

- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora,
  eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...

A turma estava em silencio atenta a tudo .

O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

-... Foi aí que não sei como,
a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente...

Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar,
pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.
Só que quando minha mãe tentou entrar na  casa em chamas as pessoas que estavam ali,
não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:

- " Minha filhinha está lá dentro!"
Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava,
mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...

Foi aí que decidi.
Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.
Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa.
Havia muita fumaça, estava muito quente,
mas eu tinha que pegar minha irmãzinha.
Eu sabia o quarto em que ela estava.

Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...
Neste momento vi caindo alguma coisa,
então me joguei em cima dela para protegê-la,
e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada então o menino continuou:
Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.

Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.

Reflexão


*Recebi este texto por e-mail e fiquei pensando nas muitas pessoas que, ao longo de nossas vidas, enviamos para o fim da sala.

Isso só porque supervalorizamos seus defeitos em detrimento das qualidades, ou porque não têm o mesmo status social, ou porque achamos feias, gordas baixas, altas demais, entre outras questões para justificarmos nossa falta de amor ao próximo.

Sempre tive como máxima e ao ler este belo texto, que não sei o autor ou autora, ela me veio a mente: respeite e considere todas as pessoas; não discrimine, não faça acepção de ninguém. Só quem vive, sabe a história de vida que tem.
      

Região Serrana: tragédia anunciada

Refúgio para quem almeja fugir da agitação da capital, o charme, a tranqüilidade e a beleza da região Serrana do Rio foram abalados pelas fortes chuvas que continuam a cair em Petrópolis, Teresópolis e Friburgo.

Petropolitana nata há tempos questiono o forte investimento no centro histórico da cidade – realmente está lindo, obra muito bem feita – em detrimento dos demais bairros. Veja abaixo o print com o tweet que enviei para o @OGlobo_Rio e que foi publicado na home do jornal O Globo hoje (13 de janeiro de 2010).



Falando ainda cedo com minha irmã, o cenário por lá é de terror. Terminal de ônibus, postos de gasolina foram totalmente cobertos pelas águas. Rios de lama levaram tudo o que havia pela frente em Itaipava, distrito de Petrópolis. Um colega ontem disse que cerca de dez pessoas próximas estavam desaparecidas.

Os números oficiais já chegam a quase 400 mortos, mas embaixo de tanta lama há muitos mortos ainda. O número de desabrigados é grande também. E muitas, muitas lágrimas. O cheiro de tragédia exala no ar.

Quem é da região Serrana já sabe que janeiro é o mês das chuvas, mas nunca se viu algo como o que está acontecendo neste momento. Não somente bairros pobres, mas condomínios luxuosos inteiros foram arrastados.  Na entrada do que era condomínio de luxo, havia pilhas de corpos aguardando serem identificados pelos parentes.

Tragédia anunciada, pois são anos de falta de investimento, ocupação irregular do terreno e descaso público. Mas isso não me parece ser um problema exclusivo da Região Serrana. Basta lembrarmos que nesta mesma época, em 2010, foi a vez de Ilha Grande e Angra dos Reis sofrerem com as fortes chuvas.

Basta saber se será necessário que ano, após ano, as regiões do Rio sejam gradativamente destruídas, para, quando não restar mais nada, começarmos a ter ações efetivas do governo, somadas a conscientização da população.

"Só o que está morto não muda!"

Excelente reflexão. Gosto muito de "Mudar". Não pesquisei o autor, mas na internet as possibilidades vão de Clarice Lispector a Pedro Bial. Creio que a autoria seja da primeira. Alguém aí saberia responder?

Me identifico sobretudo com o trecho "direção é mais importante que a velocidade". Na verdade, a essência do poema como um todo, é bem forte: mudança.

De quebra lá no final tem  abela "Hoje eu vou mudar", da Vanusa.

Bem, tinha mais para falar sobre, mas por hora é só.

Espero que gostem. Excelente semana!


"MUDAR

Mude, mas comece devagar,
porque a direção é mais importante
que a velocidade.

Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.

Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas,
calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde
você passa.

Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.

Tire uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.

Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas
e portas com a mão esquerda.

Durma no outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.

Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais...
leia outros livros,
Viva outros romances.

Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.

Aprenda uma palavra nova por dia
numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores,
novas delícias.

Tente o novo todo dia.
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito,
o novo prazer,
o novo amor.
a nova vida.

Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.

Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.

Escolha outro mercado...
outra marca de sabonete,
outro creme dental...
tome banho em novos horários.

Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.

Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.

Troque de bolsa,
de carteira,
de malas,
troque de carro,
compre novos óculos,
escreva outras poesias.

Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.

Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.

Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.

E aproveite para fazer uma viagem
despretensiosa,
longa, se possível sem destino.

Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.

Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas,
mas não é isso o que importa.

O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.
Só o que está morto não muda !

Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não
vale a pena!!!!"

Edson Marques
EdsEdson Marqueson Marques


Imagine se Cristo passasse a cobrar direitos autorais?

Toda Bíblia gira em torno da figura de Jesus Cristo. Inspirada por Deus e escrita por homens direcionados pelo Todo Poderoso, nos 66 livros que a compõem, vemos alegorias, narrativas entre outros apontamentos sobre a vinda do Messias, culminando no Novo Testamento, quando o próprio Cristo se faz carne, humano como nós.

Promessas de Deus

Um novo ano se inicia. Com ele vêm as famosas listas de promessas que por vezes, na metade do ano, já esquecemos. Este ano para mim está sendo atípico. Em vez de separar algumas horas para renovar a lista de pendências e fazer novas, Deus me trouxe a memória as promessas Dele para minha vida.  Sim, sonhos antigos e outros nem tão antigos assim e lembranças do que Ele disse que faria na minha vida.

Já dizia o profeta “Quero trazer a memória aquilo que me traz esperança”. Lembrar das promessas de Deus renovou minhas forças e me deu novo ânimo. Nelas sim podemos confiar e ainda que os anos passem e nos esqueçamos delas, Deus, jamais esquece.

Por mais que 2010 tenha sido um ano difícil para você e que as expectativas para este novo ano sejam pequenas. Alegre teu coração. Transforme as expectativas em esperança e continue caminhando com a lista de promessas de Deus para tua vida gravada na mente e no coração. Assim, por mais longo e difícil que seja o caminho, você terá forças para não parar.

Excelente ano para todos!

Sonhos para 2011. O que vai na sua lixeira?

 Recebemos muitas coisas por e-mail. Algumas deletamos sem nem abrir. Outras lemos e outras vale a pena divulgar, como o texto abaixo. Boa leitura!

Texto de Flávia Mariano

Pare tudo! Pare a compra de presentes, os planos para as férias, os planos do casamento, dê um chute nos problemas.

A única coisa na qual você precisa se concentrar hoje, dia 01 de dezembro, é no que você vai jogar na lixeira. Se você não quer que velhos hábitos entrem 2011 ao seu ladinho, é preciso começar a fazer a lista hoje, agora.

Problemas, velhos hábitos, são como esmalte, tem que exterminar com acetona, porque se esconder, passando um novo por cima, não presta.

De que adianta a lista de desejos se você vai entrar no ano velha? Cheia de lixos que você arrasta por anos? Você é uma lixeira, assim como todo ser humano. A gente vai acumluando raivas, descontentamentos, frustrações.

- Pense em quem você tem raiva e deixe em 2010. Não porque você é bozinha, mas porque você está tomando o veneno esperando que o outro morra.

- Pense num hábito que só te faz mal, mas te segue por anos. Pode ser fumar, comer demais, não passar fio dental, implicar com o marido, não passar filtro solar, pegar sol demais, comprar mais do que ganha.

A Desculpa é a estrela principal. Essa todos precisam ir deixando um pouquinho a cada ano. Inventamos tantas delas diariamente, que podem até nos convencer, mas só aumentam o lixo dentro da nossa lixeira.

Estafa física, mental, aquele pesinho no coração, tudo mostra que você está cheia de lixo. De coisas velhas!

Esqueça a lista o que quer e concentre-se na lista do que você NÃO quer.

Por isso, hoje, gaste um tempo com você, não dê desculpa de falta de tempo... Lembre-se do esmalte, renove-se e pense...  Sonhos para 2011. O que vai na sua lixeira?

Rio: Cidade desespero

Todos sabem da histórica rincha entre jornalistas e historiadores. Os primeiros dizem que os segundos enrolam e se estendem demais. Os segundos dizem que os primeiros resumem e generalizam demais. Bem, implicâncias a parte, toda essa “historinha” tem um só objetivo: elogiar o texto do meu amigo historiador, Fernando Pinheiro. Ele foi um dos muitos que se aventuraram pelo Rio de Janeiro, na quinta-feira passada e retratou muito bem o estado de pânico que envolveu o carioca. Vale a pena conferir!

O orkut nosso de cada dia

Recebo muitas coisas  e, hoje recebi este texto, que segundo informações contidas no e-mail, é de autoria de um professor da USP. O texto alerta sobre o uso indiscriminado, exposição excessiva e desnecessária em  redes sociais. Vale a pena ler e refletir.